terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Atenção! Projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária está na reta final

Cerca de 40 pessoas com deficiência visual estão completando o curso de massoterapia e buscam meios de inserção no mercado de trabalho

O projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária, promovido pela Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), em parceria com o Instituto Cooperforte, se prepara para finalizar a capacitação do grupo de 40 pessoas com deficiência visual inseridos no programa, cujas aulas estão previstas para se encerrarem nesta sexta-feira (12).

Após sete meses de intensa preparação e de cursos profissionalizantes, os deficientes estão prestes a completar o curso de massoterapia, em busca de uma vaga no mercado de Brasília. As outras aulas abordaram técnicas de massagem, informática, noções de direito e empreendedorismo, bem como socialização pela música. Agora, o próximo passo é buscar parceiros que tenham como interesse a utilização de mão de obra deste grupo brasiliense.

Para o presidente da ABDV, César Achkar, o projeto oferece muito mais do que oportunidade de trabalho a esses deficientes. “Queremos dar, acima de tudo, independência a essas pessoas. Mostrar a elas que é possível, sim, buscar por conta própria o empoderamento das questões financeiras e pessoais, bem como uma melhor qualidade de vida nas ações do dia a dia”, comenta.

Contatos:
Presidente ABDV: César Achkar – 9213-9403

Assessoria de Comunicação: Carolina Augusta – 8199-5566

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência: necessidades diferentes, direitos iguais!

Promovido pelas Nações Unidas desde 1998, a data 3 de dezembro é marcada pelo Dia Internacional da Pessoa com Deficiência para promover uma mobilização em defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas. 

Fazer parte e conviver bem em sociedade é um direito de todos os cidadãos, seja ele no aspecto da vida política, econômica e cultural. Nesta data tão importante, a Associação Brasiliense de Deficientes Visuais reitera seu compromisso em buscar cada vez mais novos acessos para derrubar barreiras e paradigmas contra os deficientes brasileiros e incluí-los em uma sociedade que os aceite como são: diferentes, mas com os mesmos direitos.

Viva as diferenças!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Poder do toque: a importância da consciência corporal na massoterapia

Projeto da ABDV, que visa capacitar deficientes visuais para atuarem na área de massagem em Brasília, recebe nova integrante para auxiliá-los a explorar o tato de maneira sensível e consciente



Também conhecida como massagem terapêutica, a massoterapia tem ganhado cada vez mais espaço em clubes, spas e ambientes de relaxamento em Brasília. Muito mais do que ambientes climatizados e as “mãos mágicas” do profissional, a especialidade exige pleno conhecimento do corpo humano, além das emoções e sensações provocadas pela repetição de movimentos.



Pensando nisso, a Associação Brasiliense de Deficientes Audiovisuais (ABDV) passou a contar com uma nova integrante em seu quadro funcional para auxiliar as atividades do projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária – a pedagoga, arte-educadora, artista plástica Telma Romão. Ela ainda tem mestrado em artes cênicas com deficientes visuais no Rio Grande do Norte. Nesta etapa, os alunos deficientes visuais aprendem que o corpo deve ser tratado como um templo para que se atinjam os benefícios típicos da massoterapia. O trabalho que ela desenvolveu foi voltado para consciência corporal.

A artista Telma Romão relata que suas aulas abordam a consciência corporal e a representação simbólica e metafórica do corpo para os aprendizes cegos. “Durante o curso, buscamos compreender o corpo como um mapa dos nossos sonhos e da nossa história. Portanto, o massagista precisa compreender que a consciência do corpo é a consciência de lidar com a história de cada um com quem você entrará em contato. E essa história diz respeito às suas dores, às suas alegrias, aos seus medos. Nosso trabalho é, basicamente, para que nossos alunos se sensibilizem para perceber que eles vão estar provocando emoções e sensações, que terão papel importante de cura, de transformação, de alívio”, comenta.


O presidente da ABDV, César Achkar, explica que o projeto de qualificação dos cegos chegou em uma etapa importante e tem buscado novos parceiros para o ingresso no mercado de trabalho dessas novas mãos de obra. “Esse aprendizado de como explorar o corpo de maneira respeitosa e voltada para o bem-estar é imprescindível. É importante que se olhe para o corpo do outro como um templo sagrado, com todos os cuidados por estar atingindo uma área estritamente cheia de informações”, revela.


Embora o tato não seja em si uma emoção, seus elementos sensoriais induzem alterações neuronais, glandulares, musculares e mentais que, combinadas, denominamos emoção. Por meio da massoterapia, ganham-se inúmeros benefícios, como alívio de dores musculares, estimulação da circulação sanguínea e prevenção de distensões e lesões, que podem acontecer por causa excesso de tensão.


Telma Romão afirma que suas aulas têm sido cada vez mais objetos de estudo e análise para aprimoramento das técnicas psicoterapêuticas. “O grupo por vezes é receptivo, por vezes se assusta, porque no caso estamos tocando no corpo. Mas eles têm sido muito tranquilos em relação a isso. De repente se veem tocando no pé do outro colega, sem imaginar que poderiam estar tocando em uma área tão íntima. Essa consciência do próprio corpo é algo que temos percebido no decorrer das aulas. Existem resistências que são supersaudáveis, nenhum tipo de comportamento eu vejo como reação negativa, tudo é material de estudo, de abordagem, de análise de comportamento de uma história”, avalia.


O curso do Brasília Tátil está na reta final. Daqui a pouco, o mercado de trabalho brasiliense estará repleto de profissionais voltados para áreas de massagem e massoterapia. Fique ligado!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Parceria entre Assefe e ABDV complementa área de relaxamento do clube

Alunos deficientes visuais do projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária finalizam estágio graças à união com Associação do Senado







Era para ser mais um fim de semana normal e quente no clube da Assefe. Mas a tenda azul montada sob a sombra das árvores, em local privilegiado com vista para o Lago Paranoá, chamou a atenção dos associados. Ali estavam dois deficientes visuais oferecendo massagens expressas gratuitamente para os frequentadores. O serviço só foi possível graças a uma importante parceria entre a Assefe e a Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), firmada no dia 24 de outubro. 

A ABDV está coordenando um projeto de capacitação profissional para 40 cegos e pessoas de baixa renda do DF em massagens expressas e massoterapia, por meio do projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária. Com o convênio, os alunos podem colocar em prática o que estão aprendendo em sala de aula. Em contrapartida, os associados usufruem desta experiência relaxante e prazerosa. 

O presidente da ABDV, César Achkar, explica que o projeto de qualificação dos deficientes visuais chegou numa etapa importante e tem buscado novos parceiros para o ingresso no mercado de trabalho dessas novas mãos de obra. “A Assefe está colaborando bastante com nossa proposta. Agradeço muito ao presidente da Associação, Petrus Elesbão, que nos recebeu de braços abertos. Torcemos para que tenhamos mais e mais parcerias como esta”, celebrou Achkar.

Caminhos abertos
Um dos alunos do projeto Brasília Tátil é José Donizete, que nasceu com deficiência visual. Aos 56 anos, ele vive da previdência social e os cursos de massagem do projeto Brasília Tátil estão abrindo portas para o mercado de trabalho. “Está sendo uma experiência muito boa, porque recebi elogios do meu atendimento. Quero aprimorar as técnicas e consequentemente ter uma renda extra”, comemorou.

A servidora do Tribunal de Justiça do DF Karla Arantes adorou a iniciativa. “Achei muito interessante. O ambiente da Assefe já é agradável, com massagem, então, se tornou uma delícia! Quase dormi na cadeira”, brincou.

Outra frequentadora do clube, a professora de educação física Maria Isabel Tavares aplaudiu o projeto Brasília Tátil ao capacitar deficientes visuais para esse tipo de atividade. “A ABDV está de parabéns pela inclusão social. Receber as técnicas de massagem por esses profissionais após uma exaustiva semana de trabalho é maravilhoso. Espero que a Assefe mantenha sempre essa parceria”, comentou.

Edivar da Silva Fernandes é funcionário da Assefe e conta que nunca tinha recebido massagem. “Me senti renovado para trabalhar e atender ainda melhor os frequentadores do clube. Gostei demais”, enfatizou.

Quem se interessar em firmar parcerias com a ABDV ou quiser contratar um deficiente visual massagista deverá entrar em contato por meio dos telefones: (61) 3326-1745 ou 3322-9718.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Brasíla Tátil: Cultura Solidária é destaque no programa Tendências e Negócios!



Mais uma novidade bacana! O Brasília Tátil: Cultura Solidária também foi destaque no programa "Tendências e Negócios", durante o 3º Salão de Acessibilidade que ocorreu no Pátio Brasil. Venha conferir! https://www.youtube.com/watch?v=lIl6X5S8viQ&list=UUz_3hQPVovyFh9VIpTwOmqQ

E fique ligado: as últimas aulas, que são de massoterapia, estão previstas para acabar ao final de outubro. Logo, logo o mercado estará recebendo novíssimos profissionais capacitados para atuar nas mais diversas áreas!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Massagens de cegos surpreendem público no 3º Salão de Acessibilidade

Deu até fila para conferir as técnicas e desenvoltura dos deficientes visuais alunos do projeto Brasília Tátil Cultura Solidária, da ABDV, durante os três dias do 3º Salão de Negócios da Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão Social no Pátio Brasil Shopping, entre 19 e 21 de setembro.

O Salão foi uma oportunidade única para colocar em prática tudo que eles estão aprendendo no curso de capacitação de massagem expressa oferecido pela Associação, com patrocínio do Instituto Cooperforte.



Vem aí a 12ª SEMANA DE AÇÃO MUNDIAL


Confira a programação da Semana que vai tratar sobre o Direito à educação inclusiva! 


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Assista à reportagem da TV Band sobre o Brasília Tátil Cultura Solidária

A TV Band Brasília foi lá conferir o curso de capacitação do projeto Brasília Tátil Cultura Solidária, da ABDV, em parceria com o Instituto Cooperforte!

Até domingo (21/09), os deficientes visuais participantes estarão no Pátio Brasil Shopping durante o 3º Salão de Acessibilidade!

Será uma excelente ocasião para conhecer o projeto de perto!

Clique aqui para assistir ao vídeo da TV Band! 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Alunos do Brasília Tátil participarão do 3º Salão de Negócios da Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão

 Evento é focado nos negócios e nas oportunidades para a inclusão produtiva deste segmento social


Alunos do curso de massagem do projeto Brasília Tátil - Cultura Solidária estarão atendendo os visitantes no estande da ABDV na feira com massagem expressa, durante o 3º Salão de Negócios da Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão, que terá terá início nesta sexta-feira, 19, no Pátio Brasil Shopping

Esta ação faz parte do treinamento dos alunos com práticas de massagem expressa. O 3º Salão é uma feira inclusiva, com entrada gratuita, para promover oportunidades de trabalho e renda para as pessoas com deficiência. Apresenta-se como um espaço para despertar iniciativas empreendedoras às pessoas com deficiência, estimular, orientar e encaminhar o segmento para inclusão econômica e social.

O evento a ser realizado nos dias 19 a 21 de setembro, das 10h às 20h, reunirá empreendimentos econômicos solidários, grupos produtivos, corpo docente e discente da rede Oficial de Ensino, faculdades, universidade, alunos de alta habilidade, de ensino especial, cooperativas, associações e empresas para expor e comercializar produtos e serviços focados nas demandas de pessoas com deficiências. Durante o Salão, serão promovidos cursos, oficinas e seminários proporcionando um debate entre sociedade, governo, grupos organizados e outros interessados no tema.

No esforço de inclusão produtiva, o evento promoverá ações de apoio aos empreendimentos autogestionados, microcrédito produtivo orientado e assistência técnica e apoio à comercialização de produtos e serviços desses empreendimentos, proporcionando oportunidades de geração de renda. Articulou ações para a inserção no mercado de trabalho por meio do encaminhamento para o emprego formal, do empreendedorismo ou de empreendimentos da economia solidária.

O 3o Salão de Negócios da Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão Social é realizado pela Cooperativa Central Base de Apoio ao Sistema ECOSOL no Distrito Federal Base Brasília com o patrocínio do Sebrae Nacional, da Cooservcred, apoio do Sistema Sescoop/OCDF, Sinduscon-DF, Senac-DF, Seconci-DF, IFB, Anei Brasil, entidades de pessoas com deficiência e co-realização com o GDF, (Secretaria de Micro, Pequena Empresa e Economia Solidária, da Mulher, do Trabalho, da Justiça e Cidadania, da Educação). 

A população com deficiência encontra dificuldade de inserção no mercado de trabalho, apesar da exigência legal de cotas (Lei no 8.213/91) para trabalhadores com deficiência. Os motivos vão desde a alegação do despreparo das empresas para recebê-las, como também da baixa qualificação profissional apresentada. Preconceito, necessidade de adaptação aos ambientes de trabalho, falta de acessibilidade nas edificações, transportes e vias de acesso foram outros obstáculos citados no Censo (IBGE/2010).

A inclusão de pessoas com deficiência no mercado - não apenas de consumo, mas de geração de renda - não pode ser considerada uma questão isolada. Elas estão acolhidas em associações, cujas terapias ocupacionais praticadas para superação das deficiências e de necessidades de inclusão social, geram um volume de produtos ou serviços, onde a prática da solidariedade por meio do associativismo e do cooperativismo poderá ser direcionada para a inserção no processo produtivo emancipatório.

DEFICIÊNCIAS
Pelo Censo de 2010 (IBGE) 574.275 pessoas no Distrito Federal apresentaram uma deficiência (22,23%).A categoria de deficiência no DF com maior percentual pelo último Censo IBGE/2010)é a visual (63,71%), seguida da motora (18,02%), auditiva (14,41%) e intelectual (3,85%). Das pessoas com deficiência visual no DF, a faixa etária de maior concentração está entre 30 a 64 anos (58,66%), seguida de 18 a 29 anos (16,71%). A deficiência motora no DF tem maior percentual na faixa etária de 30 a 64 anos (55,59%), seguida por 65 anos ou mais (33,70%). A deficiência auditiva atinge 50,53% das pessoas entre 30 a 64 anos e 28,75% na faixa de 65 anos ou mais. A população com deficiência intelectual tem maior contingente agrupado na faixa etária de 30 a 64 anos (46,31%). As faixas etárias de18 a 29 anos e 65 anos ou mais alcançam em torno de 15% cada. Segundo dados do Censo (IBGE/2010) as mulheres são a maioria no DF com quadro de deficiência visual, motora e auditiva. Já os homens apresentam-se em maioria na população de deficiência intelectual.

Conforme o documento, “perfil de pessoas com deficiência”, publicado pela CODEPLAN – Companhia de Planejamento do Distrito Federal, a Região Administrativa do Gama apresenta o maior percentual de pessoas com deficiência (27,20%), seguida por Riacho Fundo II (25,54%) e Samambaia (24,52%). O documento mostra também outras Regiões Administrativas do DF que também apresentam significativo percentual de pessoas com deficiência: Santa Maria (23,36%), Taguatinga (24,25), Recanto das Emas (14,15%), Brazlândia (23,98%), Ceilândia (23,92%),Planaltina (23,77%), Sobradinho (23,42%), Sobradinho II (22,42%), Itapoã (22,01%), Candangolândia (21,77 %), São Sebastião e Jardim Botânico (21,39%), Guará (21,26%), Racho Fundo (21,22%),Paranoá e Jardim Botânico (20,64%), Brasilia (19,96%), Sudoeste/Octogonal (18,95%), Lago Norte e Varjão (18,82%), Águas Claras (18,79%), Núcleo Bandeirante (18,42%), SAI (18,25%), Lago Sul e Park Way (17,96%), Cruzeiro (17,83%), Vicente Pires (14, 01%), SCIA/Estrutural (13,07 %). A área rural contabiliza um percentual de 20,08%

Conforme a Cartilha do Censo (2010) para pessoas com deficiência publicada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR, “a visão dos direitos humanos é baseada na não discriminação e se sustenta em três pilares principais: igualdade de oportunidades, poder de decisão sobre a própria vida e segurança para exigir os direitos”.

LANÇAMENTOS DURANTE O EVENTO

60 expositores em atividades diversas durante o evento mostrarão produtos e serviços para as demandas das pessoas com deficiência. Dentre eles, carros adaptados ou orientações para adaptações de veículos ao segmento, sinalização tátil, exames de audiometria e de pressão intraocular, aferição de pressão, glicose e colesterol, cadastramento de pessoas com deficiência para encaminhamentos ao mercado de trabalho Serão expostos também produtos de tecnologia assistiva, softwares de comunicação digital, entre outros.

Alguns produtos e serviços serão lançados no evento: O click help, o Wake Up Deaf. A Cartilha da Lei Maria da Penha, o Caderno do I Plano Distrital de Políticas para as Mulheres (em Braille) e a loja virtual Toque Solidário. Serão oferecidos, gratuitamente também, cursos, oficinas, seminários e palestras durante o evento.

O Click help é um chaveiro de reduzidas dimensões que possui GPS, Canal de Rádio Frequência, botão de pânico, microfone e auto falante. Possibilita o monitoramento de pessoas com deficiência, melhorando sua autonomia, e em situação de emergência ele recebe ligações telefônicas. É aplicações para pessoas Cegas, surdocegas, pessoas com deficiência intelectual etc.

Com o canal de rádio frequência, é possível saber se a pessoa saiu de casa. Com o GPS embutido, caso a pessoa se perca, é possível localizá-la imediatamente, trazendo assim conforto para os pais ou responsáveis. Com o botão de pânico, caso a pessoa esteja em situação de emergência, ao acionar o botão, um SMS chega para números cadastrados (familiares e amigos). Assim a pessoa passa a ser monitorada imediatamente.

Wake Up Deaf é um despertador para surdos. Quando a pessoa coloca o celular para despertar, via bluetooth, o hardware vibra, fazendo com que a pessoa seja despertada.

A necessidade surgiu após pessoas surdas reclamarem que o vibracall do celular é fraco, e as mesmas não poderem colocar embaixo do travesseiro, pois as ondas de radio são prejudiciais a saúde. Assim nasceu a ideia do Wake Up Deaf, um dispositivo com um Vibracall desenvolvido no Brasil, e com uma produção de baixo Custo.

Loja Virtual Toque Solidário - A loja virtual Toque Solidário é um espaço online criado pela Cooperativa Central Base de Apoio ao Sistema ECOSOL no Distrito Federal - Base Brasilia Ltda colocado à disposição de cooperativas, associações, grupo produtivos, redes de produção, clubes de troca e demais trabalhadores organizados coletivamente, para divulgação e comercialização de produtos e serviços produzidos.


Oficinas, cursos, seminários, simpósio e palestras - serão oferecidos também gratuitamente aos interessados. Com destaque, as oficinas de intérpretes de libra especialmente para preparar os atendentes de público no comércio e serviços prestados à população. Da mesma forma o curso de audiocrição para profissionais da educação, de eventos e das entidades de pessoas com deficiência.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Rádio Nacional entrevista presidente da ABDV, César Achkar


A Rádio Nacional entrevistou o presidente da ABDV, César Achkar, sobre o projeto Brasília Tátil Cultura Solidária 2014! Confira aqui


Projeto oferece capacitação para pessoas com deficiência visual

Objetivo é dar oportunidade de trabalho, melhoria de renda e cidadania plena

De acordo com o presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais, César Ackhar, os cursos para pessoas com deficiência visual são na área de massoterapia. A formação do profissional é completa, com aulas de Anatomia, Informática, Cooperativismo, Noçoes de Economia, Direito do Trabalho e até Direitos Humanos. Saiba mais sobre o curso de Massoterapia para deficientes visuais na entrevista do Cotidiano.

O Cotidiano vai ao ar de segundna a sexta-feira, das 14h às 15h, na Rádio Nacional de Brasília, com a jornalista Luiza Inez.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Equipe do SBT faz reportagem sobre projeto de capacitação Brasília Tátil Cultura Solidária



Acesse aqui para assistir à matéria feita pela repórter Fernanda Muylaert, do SBT Brasília, sobre o projeto inclusivo da ABDV - Brasília Tátil Cultura Solidária!



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

ABDV faz audiodescrição de peça teatral "Elefante", da Cena Contemporânea

Filiados da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), em parceria com a Cena Contemporânea, participaram da peça “Elefante”, realizada pela Probástica Cia de Teatro, no teatro Funarte Plínio Marcos. 

A ABDV foi responsável pela audiodescrição da peça.

Elefante, com duração de 80 minutos, é uma comédia dramática que conta a história de uma família que vive num tempo em que ninguém mais precisa morrer. Todos tomam pílulas para permanecer jovens. Às vésperas de seu aniversário, o filho único da família decide abandonar a casa sem dizer para onde está indo. Volta dez anos depois, envelhecido, com a aparência de um homem de 70 anos de idade. O espetáculo reflete sobre como nos relacionamos com a velhice – nossa e a dos outros – e sobre a morte como escolha do homem. A peça se transforma em sátira sobre as discutíveis formas de se manter jovem “para sempre” e tem classificação indicativa de 16 anos.

A Probástica Cia de Teatro foi criada em 2010, com a peça {Des}conhecidos, que fez temporada na edição 2012 do Cena Contemporânea. Com a peça “Elefante”, a companhia dá sequência à pesquisa sobre os conflitos contemporâneos. A companhia tem direção artística de Igor Angelkorte, diretor, ator e autor formado pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA
Direção: Igor Angelkorte
Dramaturgia: Walter Daguerre
Assistentes de Direção: Paula Vilela e Philipp Lavra
Elenco: Chandelly Braz, Fernando Bohrer, Igor Angelkorte, Lívia Paiva e Samuel Toledo
Produção: Marcela Casarin e Rilson Baco
Cenografia: André Sanches
Luz: Renato Machado
Figurinos: Luiza Fardin

Realização: Probástica Companhia de Teatro

Confira os momentos de alegria de alguns deficientes visuais neste projeto.












quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Vídeo e fotos mostram trecho do curso de massagem no projeto Brasília Tátil

Os alunos estão adorando o curso de massagem expressa e massoterapia com o professor Clodomir! Afinal, está sendo um grande aprendizado para se tornarem profissionais e buscarem uma vaga no mercado de trabalho.







Este é um projeto de inclusão social Brasília Tátil Cultura Solidária da ABDV, com patrocínio do Instituto Cooperforte!


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Inscritos no projeto Brasília Tátil iniciam aulas de massagem expressa e massoterapia.







Entre os dias 11 de agosto e 05 de setembro, os alunos inscritos no projeto Brasília Tátil Cultura Solidária da ABDV, com patrocínio do Instituto Cooperforte, iniciam as aulas de massagem expressa e massoterapia. No primeiro dia de curso, os deficientes visuais já estudaram a estrutura óssea do ser humano. 

As aulas ensinam sobre cuidados pessoais, de higiene, noções básicas de anatomia músculo-esquelética básica, manobras e técnicas de massagem (deslizamento, amassamento, torsão, percussão, tapotagem, alisamento e pressão), bem como quais materiais de uso devem ser utilizados (álcool, tocas e toalhas).

Eles também estudam as contra-indicações para a massagem.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

SDH lança Cadastro Nacional de Candidatos à Útilização de cães-guia

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) lançou nesta quarta-feira (06) Chamada Pública para a criação do Cadastro Nacional de Candidatos à Utilização de Cães-Guia. O cadastro é voltado para pessoas com deficiência visual que têm interesse na utilização destes animais. O formulário para inscrição ficará disponível para a inscrição de candidatos das 0h desta quinta-feira (7) até às 23h59 do próximo dia 17 de agosto, por meio do endereço eletrônico: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=16439

A inscrição servirá para a criação de uma lista de candidatos que poderão adquirir um cão-guia nos processos de seleção realizados pelos Centros de Formação de Treinadores e Instrutores de Cães-Guia via editais. Além do IFC-Camboriú, já em atividade, outros seis já estão em construção nos municípios de Alegre/ES, Muzambinho/MG, Urutaí/GO, Limoeiro do Norte/CE, São Cristóvão/SE e Manaus/AM.

Estão aptas a realizar a inscrição candidatos com cegueira ou baixa visão, no termos do art. 2º, I do Decreto nº 5.904/2006; a partir de 18 anos e que possuam condições físicas, psicológicas e financeiras para manter um cão-guia como tecnologia assistiva.
  
Assessoria de Comunicação Social

Fonte:

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Nova etapa do Brasília Tátil ensina sobre cooperativismo e empreendedorismo

Nesta segunda-feira (28/07), teve início mais uma etapa do projeto Brasília Tátil: Cultura Solidária! O curso agora é voltado para educação no trabalho e vai até 08 de agosto. Ao todo, serão três módulos. Nestas aulas, os deficientes visuais estão aprendendo sobre cooperativismo, empreendedorismo e muito mais, com a professora e jornalista Terezinha Pantoja!
Detalhe importante: este curso é obrigatório para os DV's interessados nos cursos de massagem expressa e massoterapia!





quinta-feira, 24 de julho de 2014

Curso de informática acaba nesta sexta-feira


Amanhã (25) termina o curso de informática do projeto Brasília Tátil. O professor Milton Peres ensinou o Windows básico e o uso da ferramenta NVDA, que é uma plataforma para leitura de tela! Iniciativa sensacional!

Acompanhe aqui as atividades pedagógicas do Projeto Brasília Tátil Cultura Solidária

     
 ATIVIDADES
PERÍODOS
PARTICIPANTES
LOCAL

Aula Inaugural

Duração de um dia
10/07 – manhã e tarde
60 pessoas entre alunos, equipe e convidados
FADM

Informática

14/07 a 25/07
Manhã e tarde
40 alunos
4 turmas com 10 alunos
ABDV

Educação para o trabalho
28/07 a 08/08
Manhã e tarde
40 alunos
2 turmas com 20 alunos
FADM
Massagem Expressa
11/08 a 05/09
Manhã e tarde
20 alunos
2 turmas com 10 alunos
FADM

Massoterapia

08/09 a 31/10
Manhã e tarde
20 alunos
2 turmas com 10 alunos
FADM

*Música (percussão)
Julho a Dezembro
Segunda - manhã
Quarta - tarde
Até 40 alunos
2 turmas

ABDV

terça-feira, 22 de julho de 2014

Deficientes visuais aprendem noções de informática por meio do projeto Brasília Tátil. Confira no link!

O vídeo mostra uma parte da aula sobre noções de informática para cegos, por meio do projeto Brasília Tátil!

Associação auxilia cegos a construir histórias de superação

ABDV existe há mais de 30 anos, motivando cegos a conviverem com a deficiência de forma autônoma

O dito popular: “se a vida te der limões, faça uma limonada” se encaixa bem na realidade do servidor aposentado da Câmara dos Deputados e atual presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), César Achkar Magalhães. Dono de um extenso currículo de atuação, Achkar começou a perder a visão em virtude de uma retinose, doença genética progressiva na retina, e foi a partir disso que ele se deparou com uma realidade inimaginável.

“Não conseguia mais dirigir, batia o carro o tempo todo. Foi quando descobri essa degeneração da retina. Estava no último semestre da faculdade de artes, mas já não conseguia fazer os trabalhos. Na Câmara dos Deputados, também não me encaixava em nenhuma função em virtude da deficiência. Então eu me aposentei, desisti da faculdade e parei de dirigir, tudo ao mesmo tempo”, relata o servidor.

Mas a sucessão de problemas ocorridos com Achkar não o desanimou. As dificuldades se tornaram uma força propulsora para que ele pudesse avançar no convívio com a doença e buscar mecanismos para ajudar outras pessoas com a mesma deficiência que a dele.

“Anos depois descobri que o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) atendia adultos e foi lá que aprendi novamente a usar computador, ler com lupa e usar a bengala. Naquela época, tinha uma professora voluntária fazendo um trabalho de argila com cegos e dali para frente tomei coragem, prestei novamente o vestibular, voltei para a mesma faculdade e formei como arte-educador”, relembra.

Após isso, em 2006, com incentivo de outra docente do CEEDV, o servidor aposentado da Câmara dos Deputados, em parceria com outros colegas de turma, decidiu se candidatar à presidência da ABDV e com isso aproveitar o seu conhecimento para auxiliar o próximo.

“O trabalho que fazemos aqui está relacionado à nossa própria história de vida, de superação, até por isso apoiamos muitos projetos culturais, pois foi por meio da arte que conseguimos avançar”, declara César Achkar.

Atualmente a ADBV sobrevive de parcerias, entre elas está o Sindilegis, que contribui financeiramente para manutenção da entidade. Para o desenvolvimento de projetos internos e até mesmo para manter a estrutura, a Associação também presta serviço para outras empresas na área de acessibilidade, como tradução em braille e projetos nesta área.

“A ABDV foi fundada por cegos, passou por muita dificuldade e o Sindilegis foi muito importante neste processo de renascimento da Associação. Sobrevivemos com uma filosofia de não pedir doações, justamente para evitar o reforço ao preconceito de que o cego é incapaz”, frisa o servidor.


Brasília Tátil
Atualmente a ABDV está à frente de um projeto inovador intitulado Brasília Tátil: Cultura Solidária. Em sua terceira edição, esta iniciativa, que começou com a inclusão dos deficientes visuais através da arte, agora está sendo voltada para a profissionalização e capacitação de 40 pessoas com deficiência visual e de baixa renda do DF.

O projeto oferece cursos gratuitos de massagem expressa e massoterapia. Como parte das disciplinas, eles ainda terão aulas de noções de informática, empreendedorismo, cooperativismo, além de passarem por um processo de socialização através da música.

“Priorizamos um curso que dê autonomia aos cegos. Não vamos ministrar apenas técnicas de massagem, vamos complementar com noções de direito, cidadania e cooperativismo, para que esse grupo que está se formando se fortaleça”, explica o presidente da ABDV.

A ABDV, em parceria com a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, também está com um novo projeto à vista: criação de um curso de arte educadore para cegos. A ideia é que deficientes de baixa renda também possam ser alunos desse curso. César Ackhar é um dos responsáveis pelo projeto.  Para ele, a satisfação de ver os seus colegas evoluindo é o que o motiva a prosseguir nesta jornada: “Quando lutamos em grupo, temos muito mais vitórias, pois a vitória do outro também é minha”, finaliza.